sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Oba! Mais um Jurassic Park

"Este será diferente de todos os outros!" Disse o cineasta Joe Johnston, que comandou Jurassic Park 3, em 2001. O quarto filme vai acontecer, mas, será diferente dos outros da trilogia. Segundo ele, a produção começa de um novo ponto e provavelmente deve ganhar novos filmes nos próximos anos.

Steven Spielberg não tem interesse de retomar a franquia. Então, Johnston vai assinar as novas produções. Engana-se quem pensa que Jurassic Park 4 vai repetir a mesma história batida: "humanos vão a uma ilha habitada por dinossauros e acabam se tornando a refeição do dia". O novo filme terá um roteiro mais elaborado, fazendo com que o filme se passe em um futuro próximo, quando o governo americano implementa um programa de inteligência artificial nos bichos para utilizá-los como armas de guerra.

Eu vou adorar. Amo Jurassic Park. Eu era criança quando o primeiro foi lançado e lembro-me de nem conseguir dormir à noite depois de ver aquela cena, já no final do filme, em que os dinossauros invadem a cozinha do hotel que fica na ilha. Eu fui dormir e jurava que eles estavam invadindo minha cozinha. rsrs. Coisas de criança.

Ação entre amigos


Amigos, o meu querido e ilustre colega de faculdade Luís Bustamente está lançando um livro de contos. O livro se chama 'Histórias do Vento Norte' e possui 20 contos distribuídos em 80 páginas. Como o próprio "Busta" fará a publicação do livro, ele conta com a ajuda dos amigos (e amigos dos amigos) para custear e repartir esse sonho. O exemplar custa só R$ 23,00 e será entregue a partir do dia 22 de janeiro. Ele precisa de 50 adesões para poder publicá-lo.

Vai aí o recadinho dele:

Ajude a tirar meu livro da gaveta.
Já plantei árvores, criei filhos e escrevi um livro. De contos.
Que muita gente leu e gostou.
Que vários editores leram e gostaram.
Mas publicar que é bom...


Os interessados em adquirir um exemplar devem depositar a quantia no banco Banrisul (Ag. 0035 – CC 35.182422.0-7) e especificar “Compra de livro HVN”. Qualquer dúvida o telefone dele é (51) 9398 9242.

Em tempo: pessoal, quem fizer a compra do livro, ou seja, o depósito do dinheiro, tem que avisar o busta pelo e-mail bustamante2011@gmail.com.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Horror no Haiti

Ao ver as imagens e assistir o noticiário, só sei dizer uma coisa quando vejo a situação em que o Haiti se encontra: meu Deus, que horror! O terremoto de sete pontos na escala Richter, que atingiu o país na terça-feira, dia 12, destruiu completamente tudo que tinha pela frente, principalmente a cidade de Porto Príncipe.

Não tem explicação para as imagens que vemos. Um cenário de destruição, corpos pelo chão, pessoas vagando pela rua machucadas. Esse é um caso que, como falei, não tem explicação, não é descaso do governo e não são problemas por falta de verba, é uma catástrofe natural que a própria natureza nos proporciona. E o que podemos falar? Nada. Não temos como proibir que placas tectônicas se movam abaixo de nossos pés, que morros deslizem e que as águas não tenham correnteza.

Infelizmente, acredito que situações como essa só tendem a piorar. Acredito que dentro de anos, talvez meses, estaremos acostumados a ouvir notícias como a ponte que desabou por causa da força das águas, o deslizamento em Angra dos Reis e o terremoto no Haiti, e como tantas outras que já ouvimos, causadas pela natureza. Essa é a resposta e a revolta por tudo que fizemos com o mundo que ela criou.

Embora o cenário seja de devastação e tristeza, uma coisa nos chama atenção: a ajuda de outros países e de voluntários. Ontem meu irmão falou uma coisa que eu guardei: “a coisa mais bonita é ver ser humano ajudando ser humano”. E é verdade. Em uma cena de tanta tristeza, ver que outros países estão mobilizando seus exércitos e voluntários para ajudar os necessitados é emocionante. E assim deverá ser daqui para frente, acredito eu, nós ajudando nós mesmos. Do contrário com quem vamos contar? Com a natureza? Não. Nem com ela podemos contar mais.

Aos meus colegas de IPA, haitianos que vieram em busca de estudo, os quais não conheço pessoalmente, mas, os vejo pelos corredores, sempre sorridentes e muito animados, meus profundos sentimentos com o que aconteceu com seus país e, talvez, com seus familiares.

Em tempo: enquanto escrevia este post tocou no rádio a música "We are the world" (Nós somos o mundo). Não é brincadeira. Juro por Deus que é sério. A música foi escrita por Michael Jackson e Lionel Richie, em 1985, e cantada pelos dois e mais 45 grandes cantores mundiais com o objetivo de arrecadar fundos para combater à fome na África. A letra condiz muito com o momento pelo qual o Haiti passa. Tradução:

Chega o momento quando nós ouvimos uma certa chamada.
Quando o mundo deve vir junto como um.
Há pessoas a morrer.
E é tempo de dar uma mãozinha para a vida.

Alguém, em algum lado mais tarde vai ter a mudança.
Nós somos todos da fantástica e grande família de Deus.
E é verdade , tu sabes , amor é tudo o que precisamos.

Nós somos o mundo, nós somos as crianças.
Nós somos os únicos que fazem o dia brilhante
Então vamos lá começar a doar.

Voluntários do México levam donativosEstados Unidos carrega avião comida, água e medicamentos
Exército Brasileiro se prepara para embarcar para o país
Exército Chinês

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Beyoncé e Jay-Z faturaram mais de US$ 122 milhões juntos em um ano

Um dos casais de famosos mais bonitos e com uma afinidade imensa, Beyoncé e Jay-Z, faturaram entre junho de 2008 e junho de 2009 mais de 122 milhões de dólares juntos. A estatística foi divulgada pela revista Forbes que adora fazer listas. Os cantores lucraram tanto dinheiro através de suas músicas, filmes, fragrâncias e contratos publicitários.

A dupla superou Brad Pitt e Angelina Jolie (que são lindos, mas, não têm afinidade nenhuma) e David e Victoria Beckham. Dá uma olhada na imagem e diz se não é um casal lindo, rico e fofinho. No quesito beleza, só a Beyoncé assume o posto por que o Jay-Z é horrível. Mas, o que vale é a afinidade que eles possuem.

A dinastia da família Jackson


Começou ontem, terça-feira, dia 12, o reality show sobre a família Jackson. E adivinha: eu ameeeei, claro.

O programa mostra uma tentativa de retorno do Jackson 5. Os irmãos começaram a se reunir novamente, em maio de 2009, para falar sobre uma possível gravação de um novo CD. Eles gravaram alguns trechos e resolveram que queriam voltar à ativa. Michael Jackson não aparece no programa, mas, segundo informações publicadas depois da morte dele, ele gravaria algumas músicas com os irmãos. Só que em meio às gravações do programa, que está sendo apresentado no canal fechado A&E, acontece a trágica morte do Rei do Pop. Então a família tem que passar por todo o sufoco de funeral, enterro, investigações, guarda das crianças e a gravação do CD acaba ficando de lado.

Na verdade, a morte do Michael ajudou em muito o reality, do contrário, seria somente os ensaios para uma tentativa de retorno. Mas, o programa acabou por retratar a angústia de uma família que perdeu uma pessoa especial.

A minha opinião?
O programa mostra que a família Jackson se ama e, em alguns momentos, é muito unida. Mas, quando entra dinheiro, talento e sucesso em jogo as coisas mudam um pouco. O patriarca da família, Joe, nem aparece. Os filhos não o chamam nem de pai quando falam sobre ele. Os irmãos, em certos momentos, brigam por quase nada e isso começa a respingar nos jovens da família que também acabam se estressando. Mas, por outro lado, o programa retrata uma família normal que se diverte, se reúne aos domingos, joga basquete e brinca com as crianças. Mas, o Michael nunca está lá.

Não sei se isso acontece por que ele não concordou em gravar o reality. Mas, em minha opinião, ele era assim mesmo. Gostava de se isolar e não participar destas reuniões familiares. Acho que ele se sentia diferente, sei lá, o certo é que, com certeza, a família não o isolava e nem o cortava das festas, acho que ele fazia isso com ele mesmo e com os filhos. Uma pena. Talvez tenha sido por isso que ele se tornou uma pessoa tão excêntrica, doente e com os problemas que tinha. O próximo programa é terça-feira que vem, dia 19, às 22h.

Atividade Paranormal: uma droga de filme


Assisti há umas duas semanas o filme “Atividade Paranormal”. Quem olhou segue adiante, quem não olhou deixa para ler depois.

O filme, na minha opinião, é uma droga. Não por que os bonzinhos morrem no final, mas, por que o filme não te nexo nenhum. Não tem uma história que te chame atenção, não tem um enredo. Ele, simplesmente, se passa dentro somente de uma casa, onde moram duas pessoas que não fazem nada a mais do que dormir. O final então é uma decepção. É daqueles filmes que acabam, tu olha para os lados e diz: acabou?

Como sou adepta dos filmes piratas e olhei um que foi baixado da internet, meu irmão falou da possibilidade de ter outro final. Ele ouviu de amigos que o filme não acaba assim. Se for assim, até arrisco olhar novamente quando chegar à locadora, mas, acho difícil voltar atrás.

Coca-Cola inova, como sempre

A Coca-Cola está com uma nova campanha, intitulada “Open Happiness”, algo como “Abra a felicidade” ou “Felicidade Aberta”. Para promover a campanha, a agência de publicidade responsável pela marca, a W+K (Wieden+Kennedy) desenvolveu uma ação inusitada instalando em um campus universitário uma vending machine da felicidade (aquelas máquinas de refrigerantes) que quando utilizada, surpresas inesperadas aparecem e divertem os estudantes.

O vídeo está no YouTube e é muito legal. A cara dos estudantes a cada surpresa que aparece, é um barato. Até pizza sai de dentro da máquina.

Vale a pena assistir. Clique aqui.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Divulgado áudio do pedido de socorro para Britney Murphy


Foi divulgado nesta semana, pela polícia americana, o áudio do pedido de socorro para a atriz Britney Murphy. Na ligação, a mãe da atriz pede socorro desesperadamente a um policial do 911 (número de emergência nos Estados Unidos). O policial explica como devem ser feitos os procedimentos de primeiros socorros e quando a mãe vê que Britney não reage, entra em desespero e pede para que a filha volte.

Para ouvir o áudio no Terra, clique aqui.

A atriz foi encontrada no banheiro de casa, no dia 20 de dezembro, com batimentos cardíacos fracos e, aparentemente, sem respiração . Quando o resgate chegou, foi detectado uma parada cardiorespiratória e a atriz já estava sem vida. É provável que Britney tenha morrido de overdose de medicamentos, já que em sua casa foram encontrados remédios ansiolíticos, antidepressivos e analgésicos. Um deles seria o mesmo que causou a morte de Michael Jackson.

O áudio é pesado e bem triste. Mas, postei por que fico me perguntando: o que acontece com estas celebridades que não conseguem ostentar o peso da fama?? Há pouco mais de seis meses, o Rei do Pop se foi pela mesma causa; há quase dois anos o excelente ator Heath Ledger morreu da mesma forma. Me pergunto até quando isso vai acontecer e até que ponto os médicos são tão bons, já que, por dinheiro, liberam alta quantidade de remédios para estas pessoas.

É difícil acreditar que não veremos mais aquela menina gordinha das "Patricinhas de Beverly Hills", aquele pobre coitado, mas, super animado e apaixonado do filme "Coração de Cavaleiro" e, ao vivo, ouvir a voz do Rei do Pop.

Simplicidade é tudo

Estou apaixonada pelo ator Hugh Jackman. Na verdade, estou apaixonada pela família Jackman. 'Wolverine' e família chegaram ao Rio de Janeiro no sábado, 9, para a gravação de um comercial que o ator participará e também para tirar uma férias. Acontece que, desde que a família desembarcou na cidade, é notável a simplicidade dos quatro. Acompanhado da esposa Débora Lee e dos filhos Oscar e Ava, o ator tem passeado pela beira da praia, dado autógrafos aos fãs, tirado fotos com qualquer um que o pare na rua e distribuído sorrisos de monte.

Ou seja, pura simpatia. Na outra vez que veio ao Brasil, divulgar o filme "Wolverine", já ficaram os vestígios de um grande ator, simples e simpático, já que deu uma cantada na Sabrina Sato e vestiu a camisa do Corinthians.
Como a simplicidade domina a família, enquanto Hugh trabalhava gravando o comercial, a esposa e os filhos passeavam tranquilamente por uma feira hippie, no domingo, 10.

À noite, o eterno mágico Angier (do filme "O Grande Truque". Quem não viu, corre pra locadora que é muito bom) se encontrou com a família, correu descalço com os filhos na beira da praia e antes de jantar tascou um beijo apaixonado na mulher.

Para mim, essa família é tudo. Eles têm muita grana, podem fazer o que quiser, mas, não deixam o amor e a simplicidade de lado. Ele é bonitão, tem dinheiro, pode ter a esposa que quiser, mas, se dedica a uma nada linda e nem um pouco esbelta mulher, demonstrando-lhe ainda muita paixão. Pessoas assim devem ser bem recebidas onde quer que vão. Espero que estejam sendo bem recepcionados no Rio.




Jackie Chan ganha réplica de cera

Que figura. O ator Jackie Chan ganhou nesta segunda-feira, 11, uma réplica de cera no Museu Madame Tussauds, na Califórnia, nos Estados Unidos. Qual deles é ele? Meu Deus, as réplicas são tão perfeitas que quase não dá pra distinguir um do outro.

Aliás, eu acho o Madame Tussauds muito maravilhoso. A sede principal do museu está em Londres, mas existem mais oito filiais localizadas em Nova York, Washington, Las Vegas, Hollywood, Berlim, Amsterdam, Hong Kong e Shanghai. As réplicas são iguais às pessoas de verdade. Acho que tá faltando um aqui no Brasil. Dá um confere nas principais:

Britney Spears
Amy Winehouse (Será que não é a verdadeira? Sério, essa boneca é muito parecida)
Jonas Brothers (iguais) Casal Beckham Snoop Dogg (Sacanagem. Não dá pra identificar o verdadeiro) Freddie Mercury
Rei do Pop, com close do rosto (quem conhece, sabe que está exatamente igual).
Quero muito conhecer este lugar, um dia.

Título de menor cão do mundo

Ai que coisa mais amada. Queria pra mim. Essa cadelinha chihuahua, de apenas nove meses pode ser o menor cão do mundo, segundo reportagem do jornal britânico 'The Sun'. A “Lulu”, como foi apelidada pelo dono, nasceu igual aos irmãos, só que eles cresceram e ela não.

Que coisa mais linda. Amei!!

Hebe Camargo com câncer

A “gracinha” da Hebe está com câncer. Nesta terça-feira, 12, o Hospital Israelita Albert Einstein confirmou que a apresentadora tem câncer no peritônio, a camada que envolve os órgãos do aparelho digestivo. Ela começará a quimioterapia nesta quarta-feira, 13, e o tratamento durará cerca de cinco meses.

Coitadinha. Não morro de amores por ela, mas, ela é um dos nomes mais antigos da TV brasileira, afinal ela já tem 80 anos. Espero que se cure logo.

Em tempo: antes de ir para o hospital, na sexta-feira, dia 08, ela chamou uma equipe de cabeleireiros para se arrumar antes de ser internada. rsrs. Não desce do salto jamais.

Separados no nascimento

Buzz Lightyear e André Segatti. Vai dizer que eles não foram separados no nascimento??? Eu tenho certeza que sim. São iguais.

André Segatti, para quem não sabe (nem eu sabia) é modelo e, atualmente, participante do reality show "A Fazenda", da TV Record. O Buz, bom não preciso explicar, quem teve infância sabe quem é. rsrs.

Em tempo: Hoje começa o BBB10. Pelo jeito o negócio vai ser punk. Dois gays, uma bissexual, uma dançarina de boate, uma policial, um judeu... Já viu que mistura. Será que A Fazenda vai conseguir superar o BBB? Eu acho que não. O programinha é interessante, os participantes tem tarefinhas para cumprir e animaizinhos para cuidar. Mas, BBB chama mais atenção, afinal, o povo gosta mesmo é de baixaria.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Beckham fica só de cueca em campo



Muito bem. O cara já sabe que ele é estrelinha e que qualquer coisa que ele faça vai virar notícia mundial.

Olha o que ele fez: resolveu trocar de roupa dentro de campo, durante um jogo pelo Milan, no fim de semana. Ele anda bem saidinho né?? Esses dias os fotógrafos pegaram ele assistindo a um jogo de basquete com uma morena misteriosa que não era a Victoria Beckham (aquela seca desnutrida).

Só tenho uma coisa a dizer: a patroa vai ficar braba de novo, como aconteceu no espisódio das animadoras de torcida. Não lembra? Deixa que eu refresco a memória:

Era uma bela noite de sábado, o casal Beckham resolveu ir ao jogo de basquete e olha o que aconteceu:

É meu véio a coisa ficou feia pro teu lado? rsrs

Quanto à primeira foto: ok, não posso falar mais nada a respeito.

Morte por envenenamento


Quase caí da cadeira agora quando li que a morte dele foi "causada por envenenamento" (para ver a notícia completa no IG, clique aqui). Tá certo que a galera dá uma forçada na hora de publicar a notícia. Na verdade, o atestado de óbito só confirmou o que todos os fãs já sabiam: o médico deu uma injeção do anestésico Propofol no Rei do Pop, só que com uma dosagem muito maior que a usada normalmente. O que resultou na morte do Mike.

Acontece que se o tal do Conrad Muray é médico, deveria saber que remédio em excesso mata. O doente era o Michael e deveria ser tratado, mas, não por um médico que só alimentou a doença dele com remédios extremamente fortes.

Esse cara tem que pagar pelo que fez e queremos vê-lo atrás das grades. Desculpem a minha revolta, mas, acho que a morte dele foi extremamente injusta, pois, ele nada mais era do que um viciado em remédios que precisava de ajuda e estava nas mãos de outras pessoas. Acredito que as autoridades americanas tomarão providências, estimulados pela família Jackson, e colocarão este idiota atrás das grades.

Em tempo: amanhã, dia 12 de janeiro, começa o reality "Jacksons: the family dynasty", no canal A&E. O programa mostra uma tentativa de retorno do Jackson Five e a preparação dos irmãos para isso. A grande estrela não aparece (na verdade aparece muito pouco), infelizmente, pois ele não concordava com alguns pontos do contrato. Mas, a morte dele aconteceu durante as gravações e, obviamente, o documentário irá retratar toda a movimentação da família em função da liberação do corpo, funeral e enterro. Pergunta pra mim se eu vou perder.

James Cameron só tem que superar ele mesmo agora



James Cameron só está atrás dele mesmo agora. Segundo a Veja desta semana, Avatar está atrás somente de Titanic, no ranking dos recordistas de bilheteria. Titanic aparece com a arrecadação de R$ 1,843 bilhão e Avatar com R$ 1,132 bilhão (tá quase lá). Ou seja, como ambos os filmes são d0 cara, isso significa que ele só vai ter que superar ele mesmo.
Ouvi pessoas dizerem que o filme é ruim, mas, eu adorei. A sensação que tive era de estar dentro da cena, principalmente, nesta da foto. Em tempo: o que aconteceu depois desta cena era algo bem mais "pesado" para as crianças de 12 anos (faixa etária do filme) que assistiriam o filme. Por isso, o diretor resolveu cortá-la da fita. Acredito que quando sair em DVD a cena será recolocada ou então ninguém vai poder ver eles fazendo a "conexão" com a natureza. rsrs

sábado, 9 de janeiro de 2010

Música para mulherzinhas


Alguém aí já ouviu a nova música da Ciara. Nossa, é muito boa. Eu até achava que a guria era uma cópia (bem mais fraca) da Rihanna, mas, me enganei. A nova música dela mostrou que ela não está para brincadeira e olha que ela vem gravando clipes com Justin Timberlake e Enrique Iglesias.

A nova música (a qual estou apaixonada no momento) se chama "Never Ever".

Sente só o refrão:

Throw ya hands up n the air (If You Know He Love Ya)
Tell the DJ play this song rite Here (If You Know He Love Ya)
Let Let Let Let Me see you to Step (If You Know He Love Ya)
It dont matta if u by yo self (If You Know He Love Ya)

If that boy dont Love u by now
He will never ever, never ever love you
He will never ever, never ever love you

Tradução:

Jogue as mãos pro alto se sabe que ele te ama!
Fale ao DJ para tocar esta canção bem aqui, se sabe que ele realmente te ama.
Deixe-me ver você dançar se sabe que ele te ama
E não importa se está só, se sabe que ele te ama!

Se aquele garoto não te ama agora
Ele então nunca, nunca te amará!
Se aquele garoto não te ama agora
Ele então nunca, nunca te amará!
Para ver o vídeo no YouTube, clique aqui.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Gisele já está em forma para trabalhar


Ai que ódio. Não entendo como elas entram em forma tão rápido. Segundo a irmã de Gisele Bündchen, Patrícia Bündchen, que também é assessora da top, ela já está pronta para o batente de novo. Como, se o pequeno Benjamin só tem um mês??

"Ela já está em ótima forma para quem acabou de ter um bebê", afirmou a irmã.
Neste ano, a top não participará do São Paulo Fashion Week, mas, já vai fotografar para Colcci até o fim de janeiro (sabe como é né, a foto dá pra manipular com Photoshop, rsrs).

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Uma vida por trás das músicas


Passado o choque e a tristeza inicial do mundo, que perdeu uma pessoa a qual pode ser chamada de gênio, revolucionário e inigualável, as pessoas começam agora a relembrar os fatos marcantes, as músicas e a história de um dos personagens, se não for o único, mais famoso do mundo. Michael Jackson. Este nome está repetidamente trazendo dor e vazio para alguns que lamentam a sua perda. Para os verdadeiros fãs, esse sentimento continuará ainda por muito tempo e, talvez, amenizará depois de longas e incansáveis semanas. O “rei do pop” não está mais entre nós, isso é fato, é verdade e é notícia em qualquer veículo de comunicação do mundo. Alguns tentam derrubá-lo mesmo depois de sua morte, mas, este número não chega nem a 1% da quantidade de pessoas que lamentam a perda. Este mundo que chora, mesmo que seja internamente sem derramar uma lágrima, está devastado em seu interior e prefere, como a grande maioria, lembrar dos momentos de glória e reinado de Michael.

Ao andar nas ruas e assistir o noticiário, pessoas de todas as formas, jeitos e etnias juntos e misturados (como o “rei” adorava ver), choram incansavelmente. Mas, engana-se quem pensa que somente os cidadãos à beira dos 50 anos que dançaram ao som dos LPs de Michael nos anos 70, 80 e 90 estão sofrendo. Jovens, adolescentes e até crianças que mal conhecem a história de Michael Jackson estão também no barco dessa angústia de querer, a cada minuto, saber novas notícias sobre a trágica morte do cantor. Muitos dos jovens e crianças que hoje estão chorando acostumaram-se a ouvir e a idolatrar as músicas e os passos mágicos de Jackson através dos pais, tios e avós. Ele era mágico, ele era espetacular, ele era o Michael Jackson. Um talento astronômico, um carisma sem igual e um charme que deixava não só as mulheres, mas também os homens, boquiabertos ao vê-lo dançar e deslizar no palco, deixando nas pessoas a sensação de estarem assistindo a um show de ilusionismo. Ele era encantador. O dia 25 de junho nunca mais vai ser o mesmo, será um dia lembrado a cada ano, a cada década e assim sucessivamente.

Embora o sentimento de pena seja um dos piores que se pode ter por uma pessoa, muitos dos fãs que realmente conheciam a sua história de vida estão passando por esta sensação neste momento. Uma vida marcada por altos e baixos, assim foi a trajetória de Michael. Mesmo com bilhões de dólares em sua conta bancária e amado no mundo inteiro, o rei parecia não ser feliz. As surras que levava do pai enquanto criança, as brigas com os irmãos, as acusações de pedofilia, a obsessão pela infantilidade e pelo mundo dos brinquedos, as plásticas e os filhos gerados artificialmente. Este era o lado obscuro de Michael, o qual ninguém até hoje conseguiu entender corretamente.

Empenhado em corrigir a desigualdade humana, o rei sempre estimulou a ideia de proteger as crianças, promover a paz e a igualdade racial, embora alguns achem que ele era racista com a sua própria origem. Em todas suas músicas ele expressava suas vontades momentâneas, fossem elas a de dançar, amar, ajudar ou de se odiar. As traduções de suas músicas mostram como realmente foi a vida do astro de acordo com suas glórias e derrotas em cada década. Em 1972, Michael ainda sentia a explosão da carreira solo. Foi quando lançou a música Ben, que revelava as ideias de uma criança cujo amigo era um rato com quem conversava secretamente sem que as pessoas soubessem. Don't Stop Til You Get Enough estourou nas baladas em 1979. Todos queriam dançar nas pistas de dança aos passos do cantor e namorar ao som de sua música que dizia “me toque e eu me sinto pegando fogo. Não há nada como o desejo do amor. Eu estou derretendo como cera quente de vela”. No início dos anos 80, as músicas realmente revelaram que Michael seria um rei. O lançamento do álbum Thriller, o mais vendido no mundo inteiro com mais de 100 milhões de cópias, revelava um cantor dançante, alegre, apaixonado e contra a discriminação racial. Essa, sem dúvida, foi a melhor fase de Michael Jackson. Bilie Jean, uma de suas mais dançantes canções, trazia a reprodução de um fato real quando uma mulher acusou-o de ser o pai de seu filho. Michael nunca negou o envolvimento com a moça, mas, convenceu as autoridades de que o filho realmente não era dele, tratava-se somente de uma fã apaixonada. “Ela veio e parou bem ao meu lado. Então o suave cheiro de perfume. Isso aconteceu logo que a conheci. Ela me chamou pro seu quarto. Billie Jean não é minha amante. É só uma ‘gata’ que diz que sou o único. Mas o filho não é meu”.

A música Thriller fala por si só, traz a letra de uma noite sombria onde uma menina é perseguida por criaturas malignas. As pessoas dançam até hoje a coreografia do videoclipe que possui 14 minutos. A década de 90 não deixou de ser o ápice do cantor. Em Will You be There e You Are Not Alone, Michael revela uma pessoa mais calma e apaixona, principalmente por Lisa Marie Presley, com quem foi casado por dois anos e protagonizou um sensual videoclipe. Nesta época, o astro também promoveu a paz e a igualdade social e racial. Heal The World traz um trecho que diz “Nós queremos fazer deste um lugar melhor para nossos filhos e para os filhos de nossos filhos”. They Don't Care About Us veio como um estouro, principalmente para os brasileiros, já que o videoclipe foi gravado no Brasil com a banda Olodum. A música traz a indignação de Michael com a violência e injustiça.

Muito brilho e glória nesta década. Mas a fama de Michael começou a dar lugar às acusações de abusos sexuais. A partir deste momento, o rei estremeceu. Conforme os sites de notícias americanos, sem conseguir acreditar nas acusações, o cantor ficou recluso em sua mansão em Neverland, sem contato com imprensa ou fãs. Ele recebia somente a família e os amigos mais próximos. Segundo fontes próximas ao cantor, esses fatos fizeram com que ele entrasse em uma profunda depressão. Michael já não conseguia mais fazer sucesso como antes e pensava que todos estavam deixando de amá-lo, pelo menos era isso que expressava em suas músicas, como na canção Morphine, composta no auge máximo de sua depressão. A música fala escancaradamente sobre o remédio Demerol, feito a base de morfina, que o cantor usava como analgésico e relaxante. A tradução é chocante e traz frases do tipo “Eles chegaram, chutaram sua cara, você odeia sua raça”, “Sempre querendo agradar o papai. Tome jeito e deixe o papai em paz”, “Todos odeiam você. Isso não vai te ferir. Antes que eu injete. Feche seus olhos e conte até dez. Morfina”.

Chega a doer só de imaginar que alguém tão espetacular como Michael chegou a tal ponto. Durante décadas, as músicas revelavam um cantor ilustre em cima do palco e depressivo por trás dele. Infelizmente, uma das vozes mais belas, suaves e sensuais se calou. Foi repentino, sabemos, mas o sucesso que ele fez ao longo dos anos deixou obras primas compactadas em forma de discos. Se ele namorou mulheres ou homens, se ele sentia-se uma criança ou ficava bem ao estar próximo delas, se realmente era infeliz, se é verídica a história de que ele tenha apanhado quando pequeno, ninguém sabe. O que todos compreendem é que o astro foi uma estrela muito brilhante e misteriosa. Ele merecia, no mínimo, realizar a This is it, sua grande turnê de retorno, ou despedida. Mesmo não estando fisicamente entre nós, ele permanecerá para sempre na memória dos fãs e admiradores. Michael Jackson, não morreu. Pode parecer jargão, mas, quem morreu foi a pessoa, o nome viverá sempre entre nós e a cada vez que ele for pronunciado por nossos pais, filhos e netos, renascerá as lembranças de um artista carismático que criou músicas com ritmos dançantes e coreografias que jamais serão copiadas, poderão ser parecidas, mas nunca iguais. Todas essas lembranças do “rei do pop” que virão ao longo dos anos nos farão acreditar que a estrela que se chamava Michael Jackson não morreu e nunca morrerá, ela só mudou de lugar.

Um fotógrafo, dois olhares

Ricardo Giusti

Apaixonado pelo jornalismo e, em particular, pela linguagem da fotografia. É assim que João Ricardo Testa de Giusti se define. Encantado com o mundo da comunicação, Giusti estava sempre presente nas redações dos jornais em que seu pai, o jornalista Benito Giusti, trabalhava.

A forte influência do pai, que vivia rodeado de jornalistas, e as visitas constantes que fazia com ele ao Bar da ARI (Associação Riograndense de Imprensa) fizeram com que Giusti escolhesse a mesma profissão. Nascido em Porto Alegre, no dia 20 de junho de 1961, lembra de um presente muito marcante na sua adolescência: a primeira câmera que pegou nas mãos, uma kodak instamatic que era da família. “Ela tinha pequenos cubos de flashes, que eu queimei fazendo testes escondidos. Foi minha primeira experiência com uma câmera.”


Em 1980, ainda “em cima do muro”, resolveu prestar vestibular para Educação Física na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e para Jornalismo na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC). Acabou passando nas duas provas e começou a cursar as duas faculdades. Após um ano, resolveu continuar só com o jornalismo, já que esta era a sua grande paixão. A profissão que escolheu exigiu muito tempo e dedicação, por isso, somente em 2006 Giusti se formou.


Carreiras paralelas
Quando cursava o segundo semestre de Jornalismo, conseguiu um estágio na prefeitura de Porto Alegre, no Departamento Municipal de Habitação (Demhab). A segunda experiência com uma máquina fotográfica veio logo. Com uma Praktica MTL 3, uma câmera mais atualizada do que a última que havia usado, ele fotografava paisagens, pôr-do-sol e as namoradas.


Com o domínio das técnicas na ponta dos dedos, Giusti encontrou no Demhab uma forma de seguir uma carreira que se expressava com as imagens e não com as palavras. Em 1982, na ausência do fotografo titular do departamento, ele fazia a cobertura fotográfica das pautas do dia. A fotografia começou a encantar o estagiário e foi a partir daí que ele começou a direcionar o seu exercício profissional para o lado da reportagem fotográfica.


A cada dia, dominava cada vez mais as técnicas de fotografar. Fez concurso público e passou de estagiário a funcionário da Prefeitura. Logo, começou a trabalhar como fotógrafo no Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU). Depois, foi requisitado para fotografar na Coordenação de Comunicação Social, departamento que acompanha as pautas do prefeito – e é ali, junto do principal gabinete da prefeitura, que Giusti trabalha até hoje: passa suas manhãs acompanhando as pautas do prefeito José Fogaça.


Em 1986, o empresário Renato Ribeiro comprou a Empresa Jornalística Caldas Júnior, e o pai de Giusti foi convidado para ser um dos secretários de redação do jornal Correio do Povo. Foi então que o profissional viu a oportunidade de trabalhar com fotografia no jornalismo diário. Pediu ao pai uma vaga no jornal, mesmo que fosse para cobrir as pautas da madrugada. O pedido foi aceito e ele começou a trabalhar no turno da noite. “Antes de entrar no jornal, eu já queria contribuir com fotos. Andava sempre com uma câmera a tiracolo. Acho que isso chateava um pouco os fotógrafos profissionais que estavam trabalhando.” Em 1995, Giusti deixou o turno da noite para passar a trabalhar à tarde no Correio do Povo.


Ao longo dos 28 anos de carreira, Giusti já viu passar muitos colegas, amigos e políticos na prefeitura - mas ele continua. No jornal, passou por diferentes momentos, pois, segundo ele, não existe uma rotina no jornalismo diário. “Cada dia é um dia diferente.” Com anos de trabalho dedicados ao jornal, há duas semanas foi convidado para ser chefe do Departamento de Fotografia do Correio do Povo, cargo vago com a aposentadoria do titular.


Aceitou, e agora tem o desafio de fazer um bom trabalho no novo cargo e dar continuidade às coisas boas da redação, além de ouvir sugestões dos profissionais que a integram. Ele afirma que não pensa em ficar “trancado” dentro do departamento, sempre que possível, ele quer estar na rua fotografando. Em um pouco mais de 15 anos, completa o seu tempo de trabalho na prefeitura e no jornal. Então, sua meta é se aposentar para curtir os momentos de lazer.


Os riscos e as glórias
Na infância, Giusti esteve sempre presente nos bons momentos da profissão, por isso, idolatrava o jornalismo. Mais tarde é que veio a descobrir que a reportagem fotográfica lhe traria, além de glórias, momentos de tensão, perigo e grandes desafios. “Temos que pegar chuva, frio e pisamos no barro também. Já fiz cobertura de chacinas, onde temos que ver muito sangue e pessoas mortas, entre elas crianças.” O termo DCP, criado por ele mesmo e que significa dedicação, competência e perfeição, sempre o acompanhou e fez com que ele alcançasse seus objetivos.

Um dos momentos mais difíceis e fatídicos que Giusti passou foi em 1994, quando teve que fazer a cobertura de uma rebelião no Presídio Central. Na noite do motim, os fugitivos foram liderados pelo assaltante Dilonei Melara, que roubou um táxi e invadiu o Hotel Plaza São Rafael com o carro. Tempos depois, na mesma penitenciária, passou por momentos de tiroteio entre policiais e bandidos. “Essas são as fases difíceis da carreira, você ter que trabalhar no meio do perigo.”

Grandes coberturas esportivas também já passaram pelas mãos de Giusti que sempre acompanhou os times da dupla Grenal em campeonatos importantes. Apesar de o time do coração ser o Grêmio, foi com o Internacional que o profissional afirma ter feito grandes coberturas. Com o clube, visitou outros países como México e Japão, nos campeonatos Taça Libertadores da América e Mundial Interclubes. “As coberturas que mais tu fazes viagens são as esportivas.”


Em uma das coberturas esportivas, durante um jogo entre Grêmio e Curitiba, Giusti fez uma sequência de imagens de uma briga entre um médico da delegação gremista e o árbitro da partida. As imagens da confusão renderam-lhe o primeiro lugar no Prêmio ARI de Jornalismo, em 1999. Depois deste, vieram mais três, desta vez no segundo lugar, com imagens feitas para as editorias de esporte e polícia. Outra premiação que o fotógrafo lembra com muito carinho, pois, foi o primeiro que conquistou, é o Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo. Giusti foi contemplado graças a uma imagem, feita em 1987, de um mendigo tomando água na sarjeta. Um dos últimos recebidos por ele foi o Prêmio Press, na categoria Reportagem Fotográfica, no ano passado.


Uma das situações mais curiosas da qual lembra também está ligada ao esporte. Após um jogo no estádio Beira-Rio, foi fazer a cobertura no portão oito, local que os torcedores utilizavam para protestar quando o time não ia bem. Quando estava fotografando, levou um chute de um policial e um colega que trabalhava na Zero Hora fotografou o momento exato da agressão. No outro dia, a foto estampava as capas da ZH com a manchete “Polícia agride imprensa”. “Os policias não gostam muito dos colegas da imprensa.”


Em 2005, fez um curso que ensinava como os jornalistas deviam proceder em coberturas de guerra. As aulas foram ministradas na sede do Exército Argentino, em Buenos Aires, durante uma semana. Com os militares argentinos, Giusti aprendeu táticas de como proceder em áreas de confronto.


Apesar das coberturas perigosas e dos imprevistos da profissão, ele se sente uma pessoa realizada, mas, não satisfeita. “Quando a gente se sente satisfeito, já pode pendurar as chuteiras. Eu estou sempre querendo fazer uma nova cobertura.”


Curtir a família
Atualmente, Giusti dedica seus dias de folga à filha Giovanna, de um ano. Em sua sala, no jornal Correio do Povo, nota-se que o fotógrafo aderiu a mais uma cobertura fotográfica: a dos momentos com a filha. Fotos bem coloridas, com um pai sorridente e sua “paixão” no colo estampam as portas do armário onde são guardadas as máquinas fotográficas. “Agora ela está começando a falar papai. É a coisa mais maravilhosa que existe”, afirma o profissional que se considera um pai-avô, devido aos 47 anos.


Gosta de ir ao cinema, viajar para a cidade de Canela ou para o litoral, mas, atualmente tem preferido os momentos de lazer ao lado da filha, do enteado Iuri e da esposa, a assistente social Cristine, sua companheira há 12 anos. “Tenho uma churrasqueira em casa e adoro ficar assando um ‘churrasquinho’ no fim de semana para a família.”


Motoqueiro assumido, Giusti possui uma motocicleta estilo Harley-Davidson. Antes, as viagens à praia com a esposa a bordo da motocicleta eram constantes, mas, a chegada do bebê na família diminuiu os passeios. No carro ou em casa, o fotógrafo gosta de ouvir um bom rock’n roll do estilo de Bob Dylan, Rolling Stones, Led Zeppelin e The Purple. ”Confesso que agora meu carro possui até CD de músicas infantis para acalmar a Giovanna.”


Motivado pela sua profissão e pela “vida maravilhosa”, repleta de saúde, que leva ao lado da família, o fotógrafo só pensa em ser feliz. Se considera um homem cheio de esperança, que gosta de muita alegria e está sempre com pensamentos positivos. Ele acredita que tudo pode ser feito de uma maneira melhor, basta que haja boa vontade e diálogo.